domingo, 12 de maio de 2013

AMOR É ALEGRIA





Estou relendo o livro de Sponville chamado AMOR, particularmente gosto e muito da abordagem, a sua fundamentação está na filosofia – Platão, Aristóteles, Schopenhauer e Espinosa. Para Spnoville “o amor é uma virtude e não um dever; o dever está do lado da obrigação, da coerção do imperativo com diz Kant – submissão ou obediência; a virtude está mais do lado da potência, da excelência, da afirmação. O limite do dever é uma coerção; da virtude, uma liberdade”.
            O amor neste mundo se expressa de várias formas vamos nos ater em três expressões: Éros o amor dos apaixonados, não é pulsão não é instinto é um sentimento, geralmente passageiro; Philía que significa alegria de amar (também é traduzida como amizade), Aristóteles usava para designar o amor no grupo familiar entre pais e filhos e vice versa. O amor conjugal para Aristóteles é Philía e não Éros, porque a vida cotidiana desgasta a paixão e o amor não é infeliz, “amar é regozijar-se”; Agápe o amor sem limites este tipo de amor aparece no Império Romano para descreve um amor mais singular com tendência para o universal, o amor pregado por Jesus.  
            Sempre lembrando que esta três expressões do amor fazem parte do processo de viver, portanto não devem ser vistos como essências diferentes, e sim como um todo, ou seja, diferentes expressões de amar que se complementam porque  o amor não é infeliz, o amor é sempre alegria.
             

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