segunda-feira, 27 de maio de 2013

ARENDT UMA PENSADORA ESPECIAL




            Quando cursei Filosofia, no primeiro ano tínhamos que escolher um filósofo (a), para estudar e nos aprofundarmos visando à construção do projeto de monografia que seria apresentado no último ano, assim depois de muito ler as biografias dos diversos filósofos – antigos, escolásticos, modernos e contemporâneos, decidi por uma filosofa contemporânea Hannah Arendt.
            Uma pensadora singular, mulher profundamente reflexiva e reservada, gostava dos temas que versassem sobre as condições humanas básicas para a existência dos homens nos diferentes períodos da história, tentou compreender o século XX com paixão. Os seus temas são um convite à leitura que se transformam numa experiência única; seu estilo de parágrafos longos e justapostos nos conduz ao desejo de entender o evento e posteriormente compreender.
            As suas reflexões são um processo “sem-fim” que remetem a um repensar sobre o homem como “ser do mundo”. Para ela o mundo é a presença tangível e estável das coisas que se mostram como morada não mortal de seres mortais, cuja própria permanência está em contraste com a vida em seus processos naturais de crescimento e declínio.E estar vivo  significa ser possuído por um impulso de auto exposição. 








        
           

















            

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