terça-feira, 4 de junho de 2013

CADÊ A TRANQUILIDADE



            A semana passada foi atípica pelo menos para mim, presenciei de perto duas violações ao direito de propriedade, a primeira foi na terça feira, 16horas mais ou menos, indivíduos entram num local de trabalho e surpreendem as pessoas que estão trabalhando, querem os equipamentos eletrônicos que são instrumentos de trabalho, não conseguem êxito no roubo, saem correndo, porém voltam na quarta feira por volta da 19 horas e ai sim é feita a festa levam o que podem ninguém está trabalhando nesse horário.
O que vejo nas pessoas que são vitimas de tal agressão é o conformismo, a apatia, uma espécie de aceitação –“pior seria se pior fosse”, tal postura realmente é preocupante, porque a criminalidade está ocupando os espaços que os cidadãos tidos de bem vão deixando; certa feita um grande amigo meu falou algo neste sentido quando comentávamos a questão dos jovens envolvidos com drogas ele me disse: “a droga só ocupa o lugar que os pais deixaram vago”.
 Considerando que este pensamento é válido concluo que se vivemos nesta situação de total intranquilidade é porque somos permissivos, omissos, acomodados não solicitamos a aplicação da lei, muitas vezes deixamos de fazer boletim de ocorrência por achar que não adianta, é mais um registro; contudo se as vitimas fizessem o boletim as autoridades teriam dados concretos para tomar as providencias cabíveis e nós quanto cidadãos estaríamos fazendo a nossa parte, levando ao conhecimento do setor público o que efetivamente está acontecendo.


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