Não dá para imaginar o mundo
sem a presença e a participação dos homens. As atividades humanas dependem das
relações dos homens com as coisas – coisas feitas por suas mãos. Sabe-se que a
vida humana acontece na presença de outros seres humanos. Assim se a atividade
humana está relacionada com a convivência entre os homens a atuação depende da presença dos outros.
De modo que “aquilo que é
visto e ouvido pelos outros e por nós mesmos constitui a realidade” segundo
Hannah Arendt. Por certo ver e ouvir (aparência) dá o tom da realidade do mundo e de nós
mesmos. Ora a aparência e a fabricação das coisas proporcionam o surgimento da
sociedade e citando novamente Arendt “ [...] a sociedade espera de cada um dos
seus membros certo tipo de comportamento, impondo inúmeras e variadas regras,
todas elas tendentes a “normalizar” os seus membros, a fazê-los comportarem-se,
a excluir a ação espontânea ou a façanha extraordinária.” Com efeito o advento social favorece a substituição da ação pelo comportamento.
Entretanto o homem possui uma singularidade que é a capacidade de agir,experimentar o significado das coisas movimentar-se de sorte que quando o comportamento passa a ser a principal forma de relação humana em detrimento da ação a sociedade experimenta sintomas de conformismo. Portanto faz-se necessário agir, porque a ação é uma prerrogativa do homem e a existência humana só tem sentido no mundo na presença dos outros.
Entretanto o homem possui uma singularidade que é a capacidade de agir,experimentar o significado das coisas movimentar-se de sorte que quando o comportamento passa a ser a principal forma de relação humana em detrimento da ação a sociedade experimenta sintomas de conformismo. Portanto faz-se necessário agir, porque a ação é uma prerrogativa do homem e a existência humana só tem sentido no mundo na presença dos outros.
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